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Rabiscos de um Maldisposto

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Venham mais redes sociais com o propósito da Vero

por Rabiscos de um Maldisposto, em 04.03.18

É bom ver redes sociais com o propósito da Vero crescerem. A liberdade de informação e interacção sempre foram o propósito da Internet mas nos últimos anos, as redes agregadoras de massas, começaram a moldar esse propósito ao controlar indirectamente aquilo que os seus utilizadores acordaram inicialmente quando se registaram. A Internet para além de continuar a ser uma enorme fonte de informação também continua a ser um oceano de repleto de talentos, ao que a meritocracia foi sendo numa palavra forte com o surgimento das primeiras redes sociais. A possibilidade de originar um alcance de conteúdos de forma orgânica foi bem tentadoras para quem buscava algo fora dos métodos tradicionais até então. Contudo, aos poucos as empresas que foram dominando as redes e tornaram-se gananciosos demais ao ponto de destruir todo o propósito original do momento de quando as criaram. O forte ataque às redes que se tentam intrometer no assunto é evidente. Uma rede social sem anúncios e sem feeds controlados, é uma verdadeira ameaça a quem lucra milhões neste momento. Directa ou indirectamente, é uma ameaça global tanto a fonte como as empresas que se encontram relacionadas e que têm financiando este sistema. Partilhar conteúdo tornou-se instintivamente menos convidativo. E as reacções começaram a diminuir. Já não é o utilizador que comanda o que vê. É um sistema de algoritmos que domina a parada. E é por isto que é importante redes sociais como o propósito da Vero neste momento, independentemente do que venha a acontecer no futuro. As falhas das redes sociais que dominam o panorama digital actual estão detectadas há muito, falta é coragem aos influenciadores para dizerem basta e mudar de casa. Não tenho dúvidas que muitos já pensaram não ter talento nenhum com os controlos evidentes dos terríveis algoritmos. E que muitos deixaram de acreditar nas suas potencialidades por causa de um alcance escuro dominado por interesses monetários. Que a meritocracia volte a ser dominante na Internet.


CharlieCharlieChallenge - A nova moda

por Rabiscos de um Maldisposto, em 27.05.15

charlie-challenge.jpg

Querem estar dentro da nova moda do momento? Pois bem, então preparem-se porque vem por aí mais uma onda de estupidez.

CharlieCharlieChallenge, já ouviram ou já leram alguma coisa sobre isso? Se ainda não tiveram qualquer tipo de contacto, então é porque muito provavelmente já estão perdidos no mundo da era digital. O novo fenómeno do momento já está a arrebentar completamente na rede social Twitter contando já com mais de 424 mil tweets.

O jogo em questão baseia-se em contactar supostamente um espírito demoníaco mexicano. Pegando numa folha branca, basta desenhar duas linhas em forma de cruz. No canto superior esquerdo e no canto inferior direito, escreve-se a palavra “sim”, e nos outros dois dá-se a palavra “não”. Com o auxílio de dois lápis, coloca-se ambos em cima das linhas que se realizaram, um sobre o outro, para que o que esteja na parte superior se possa mover. Após isso, basta perguntar: “Charlie, Charlie, estás aí?” Ou “Charlie, Charlie, queres jogar?”, se tudo for feito de forma correcta, supostamente, o lápis que se encontra na parte superior irá deslizar.

E pronto, é basicamente isto que os jovens andam a jogar. Eu até era capaz de julgar que a maioria deles já nem acredita no Pai Natal, mas ao que parece, também há adultos a entrar na pequena brincadeira. Já houve também quem partilhasse relatos de gente que já foi ao hospital por causa do jogo, há quem diga que já danificou coisas em casa, e até já chegaram a contactar as autoridades.  Mas está tudo a ficar maluco?

Vão experimentar? 


Crianças descontroladas na Internet

por Rabiscos de um Maldisposto, em 24.03.15

Não sei se já tiveram a oportunidade de ler o artigo «Há jovens a autoflagelarem-se nas redes sociais» do jornal Público, mas se tiverem um tempinho, leiam porque está muito bom. Na verdade apenas resume e conta aquilo que “nós”, utilizadores de redes sociais, andamos a assistir.

“Ellie, agora com 19 anos, começou aos 15 a atacar-se a si própria de forma anónima. Aos 17 anos contou a sua história à organização Selfharm. Criou vários perfis anónimos e escreveu comentários no seu perfil verdadeiro. “ – A grande questão que se coloca é: onde é que andavam os pais desta criança, antes de isto tudo começar? Como é que uma criança sente a necessidade de estar a fazer este tipo de coisas, se está a ser vigiada pelos pais? Não se compreende, porque de facto não existe vigilância nem interesse de ver por exemplo o histórico do computador dos filhos.

Claro que até posso estar a generalizar, e até há casos em que os filhos apenas seguem os exemplos dos pais – sim, há pais que são umas verdadeiras abéculas - e é por aí que começa a tal dependência de ser o centro das atenções. Qual é a necessidade de partilhar a vida toda e de estar constantemente a actualizar um diário “público” com fotos e vídeos pessoais? Há assim tanta necessidade? Os cérebros destas pessoas não funcionam correctamente, na minha humilde opinião.

É óbvio que o senso comum vai simplesmente culpar as ferramentas disponíveis na Internet ou até em casos mais graves, acusar a Internet do que simplesmente culpar os pais ou até mesmo aquele núcleo familiar. Consinto quando me dizem que é difícil descobrir se uma criança é vítima de bullying na escola, mas sofrer de bullying na Internet já me deixa muitas dúvidas, e se o acontece, é porque há claramente um défice de atenção dos pais.

Estas coisas só acontecem porque não existe controlo e nem há interesse em saber o que estas crianças fazem durante tantas horas em frente a um computador. Mas um pai ou uma mãe era capaz de tolerar comentários ofensivos na página de um filho? Não creio. Então só vai de encontro com aquilo que eu defendo: as crianças andam à solta na Internet, e a culpa não é das plataformas digitais, mas sim dos pais.


Pessoas que fazem questão de relembrar a infância nas redes sociais

por Rabiscos de um Maldisposto, em 23.03.15

Olá adeptos de Segundas-feiras. Hoje estão quase todos espectaculares, excepto aquele individuo que se fartou de identificar os ex-colegas de escola naquelas fotos de grupo. Há fenómenos engraçados de facto.

Qual é a necessidade disso? Relembrar o gordo? O oculista? O magricela? O grandalhão que roubava os lanches aos mais pequenos da escola? Ninguém tem interesse em ser identificado nem em ser exibido para toda a Internet ver o quanto era feio e gordo o rapaz que agora é modelo. Deixem-se dessas ideias completamente estapafúrdias que não fazem falta nenhuma nas redes sociais.

Todavia se querem partilhar com os vossos colegas essas fotos deprimentes, façam-no através de mensagens privadas ou até mesmo com o envio de um email. Quem sabe não vão dar umas voltinhas até ao cinema com a miúda que era extremamente feia mas que agora está completamente diferente? Pensem nisto, sim? Prometem? Vou então fazer de conta que acredito.

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