Nota-se perfeitamente que o objectivo da TVI ao apostar em programas como o Love on Top é simplesmente divertir os telespectadores, principalmente quando escolhe a dedo 12 concorrentes. Mas dado ao género de programa, já está mais do que sabido que irá ser cliché do mais puro e duro, e em menos de poucos dias, os casais vão-se enrolar lá como verdadeiros tarados sexuais. Portanto, a minha sugestão passava por incluir lá a Sofia Ribeiro (sim, aquela do cancro-show), e essa sim, de certeza que ninguém lhe pegava. Aliás, até me atrevo a subir ainda mais a fasquia: o primeiro que a tentasse comer, ganhava de imediato o programa. Obviamente que não iria acontecer, mas seria digno de um registo inovador na televisão portuguesa. P.S. - Era proibido o consumo de álcool de todos os concorrentes durante a participação no programa.
"Se fosse putaria, toda a gente partilhava", - exacto. Qual é que é mesmo a piada de partilhar a imagens de crianças sem cabeça, sem pernas, sem braços ou a sangrar quase às portas da morte? As pessoas gostam de ter coisinhas fofinhas nos seus perfis, e não coisas desagradáveis. Já para não falar que partilhar imagens de crianças nessas condições, geralmente e na grande maioria das vezes, não passam de imagens simplesmente virais e sem qualquer outro propósito para além disso. Creio que está resolvido portanto o mistério à volta dessa questão. É que parece que não, mas estar ainda em pleno 2016 com imagens e textos desse género, não é de todo simpático. É chato estar a ver as mesmas imagens que circulavam nos emails das empresas, no hi5 e até mesmo no saudoso, IRC.
O que é afinal um aluno da escola/faculdade da vida nas redes sociais? Tenham calma, pois vou-vos fazer uma espécie de resumo.
Para ser um aluno da escola/faculdade da vida, há uma condição que jamais poderá ser ignorada – o analfabetismo. Aposto que já se depararam com pessoas que usam e abusam da possibilidade de agredir ferozmente a língua portuguesa nas redes sociais? Foi uma experiência bastante dolorosa, não foi? Pois bem, isso faz parte da vida. As pessoas que normalmente praticam esses abusos são na verdade apenas alunos de uma escola/faculdade fictícia, pois o mais próximo que estiveram de uma escola após terem sido pais aos 14 anos, foi exactamente quando levaram pela primeira vez os seus filhos à escola.
Felizmente, apareceram os telemóveis e a escrita inteligente, o que para muitos foi uma autêntica salvação para pelo menos conseguirem comunicar com muito esforço com os outros.
Os alunos da escola/faculdade da vida, tendem a ser nas redes sociais aquilo que não são fora da Internet. Moralistas até à exaustão, nunca perdem um momento para dizer o quanto as outras pessoas invejam as suas vidas miseráveis. Sem uma razão aparente, fingem viver num mundo completamente à parte dos restantes mortais nas redes sociais, mas no dia-a-dia, não passam de reles humanóides agarrados aos dispositivos móveis.
Mais incultos do que uma porta de WC de discotecas, as fontes de informação destes alunos não passam de sites virais como o Tá Bonito e mais uns quantos que se fartam de deixar com fartura cavalos de tróia por tudo que seja dispositivo.
Ser um aluno da escola/faculdade da vida, é praticar o racismo, exercer de forma pública a xenofobia e espalhar a má educação, repulsa e frustração nos comentários das páginas mais populares do momento.
Um aluno da escola/faculdade da vida é ser intolerante à opinião do outro. Os alunos da escola/faculdade da vida, não toleram opiniões opostas e tendem a insultar à primeira confrontação.
O aluno da escola da vida, faculdade da vida que emigra, tem geralmente dos comportamentos mais frustrados destes espaços. Nunca dispensa uma boa jornada de ataques às caixas de comentários das páginas dos jornais portugueses para descarregar toda a frustração de uma escolha falhada, cobarde e simplesmente descontrolada que o levou a sair do país. Para eles Portugal tornou-se simplesmente um cancro, mas por obra do acaso, adora vir esfregar em todos aqueles que não abandonaram o seu país, o quanto estão a perder – o que na verdade, geralmente é nada.
O aluno da escola da vida/ faculdade da vida irá ler este texto, irá insultar e desejará a morte ao seu autor, porém continuará a frequentar este espaço. O aluno da escola da vida/faculdade da vida foi obrigado a aprender com a vida mas mesmo assim, nunca foi, nem nunca será, um aluno exemplar.
As mulheres são absolutamente terríveis. Sempre que podem, lá estão elas a esmagar os pobres, os coitados e os anjinhos dos homens. Terríveis. O que acabei de ver, não passa de nada mais, nada menos, do que o costume pobre, da mulher humilhar de forma pública, e à vista de todos, aqueles seres do sexo masculino, que tiveram o azar de não atingirem a altura mínima obrigatória de para serem admitidos como verdadeiros másculos. Como se já não bastassem, os inúmeros casais onde a mulher acaba por se destacar no casal tudo pela sua altura natural, há ainda aquelas que se equipam com uns valentes e astronómicos saltos altos, para acabarem de vez com a dignidade daqueles infelizes que as acompanham. É por estas e por outras, que a igualdade de géneros tem de ser vista com cautela e não pode ser logo admitida, sem antes se analisarem todos os contornos e implicações.
Estava a ler as notícias e fiquei admirando porque há quem diga que a violência no namoro tem sido vista como banal. É óbvio que me preocupa esta situação, mas preocupa-me mais quando vejo "queixinhas" de supostas agressões, quando na verdade e na minha perspectiva (que deveria ser a verdade absoluta), não passam de simples carícias e de actos para apimentar uma relação. Toda a gente sabe que a questão do beijo forçado, não passa unicamente de uma invenção da mulher, para se sentir uma "presa", super inofensiva. Claro que, quando a situação se passa ao contrário, o homem jamais pode cometer tamanho erro básico de recusar. E se recusar, algo de muito mal se passa com ele. Um beijo de uma mulher a um homem, nunca mas nunca pode ser considerado forçado. No ano passado, por esta altura, a turma feminina andava completamente histérica com o filme As Cinquenta Sombras de Grey. Foi a loucura. Naquele período todas ficaram amantes do sadomasoquismo, e algumas até nem se importavam de serem encaradas como submissas. Mas hoje já não é bem assim, e o homem já não pode exercer poder sobre elas. Mas o pior nem é isso. O pior é mesmo algumas encararem que um simples pontapé na cara, ou uma simples bofetada é considerada como um comportamento agressivo. Incrível mesmo. Desde quando é que uma simples marca na cara, devido a um valente murro, pode ser considerado ofensivo? Algumas até deveriam ter orgulho, porque este acto é o mais claro e sincero sinal de que o namorado/marido, possui um profundo interesse nela. Óbvio que se por acaso acontecessem situações semelhantes ao homem, a estrutura daquela relação demonstrava claramente que estava toda errada. Um homem jamais poderá levar "pancadinhas" de amor: porque afinal de contas, esse é o papel dele, e não dela. Portanto, senhoras, deixem-se de queixinhas baratas e aprendam a valorizar quem vos oferece sinais de amor profundo.
Hoje tenho de fazer um agradecimento especial ao Facebook, pois se não fosse ele, jamais me lembraria dos meus amigos. Claro que não me posso esquecer das vezes que o Facebook já me lembrou que a pessoa a, b ou c fez anos. Mas a nova moda do Dia dos Amigos é especial. Tenho também de agradecer à rede social gerida por Mark Zuckerberg, pois foi graças a ela é que fiquei a conhecer os meus verdadeiros best friends! Para além disso, fez-me também recordar as loucuras que passeimuitas vezes a comentar os estados deles, e quantas vezes fiquei no fio da navalha do bloqueio. Obrigado Facebook. Obrigado pela aplicação que me ofereceste para eu mostrar aos meus amigos o quanto gosto deles. Mas só aqui, no Facebook. Pois Facebook até os inimigos passam a ser amigos, por isso vale sempre a pena renomear e mencionar todos, até mesmo naqueles vídeos sem piada nenhuma ou de pegadinhas pt-br. Afinal de contas, andei a mandar tantos pedidos de amizade a gente que nunca vi na vida para quê? Digam-me lá, afinal? #friendsday
Quem é que nunca teve a tentação de dar um toquinho num ciclista de modo a fazê-lo limpar o capô do veículo? Quem nunca, que atire a primeira pedra! Não há um único dia que consiga circular de forma tranquila numa estrada nacional sem ter de levar com um rico bando de imbecis sobre duas rodas. Já há tempos tinha escrito sobre isso, mas os recentes acontecimentos levam-me por mais uma vez a comentar o assunto. Dizem eles que se sentem "inseguros a circular pelas estradas", e com razão, diga-se. Se por ventura, eu um dia pegasse numa bicicleta e circulasse pelo meio da estrada, em grupinhos e a gozar literalmente com os condutores, fazendo-os até muitas vezes chegar ao seu limite da paciência, talvez também sentisse insegurança nesses momentos. Portanto, não questiono os seus sentimentos de insegurança, mas já estava mais do que na altura de estes anormaloides terem um pouco mais de civismo na estrada. Custa imenso circular a 30km/h, atrás de um bando de gente que não está a fazer nada de útil e limita-se apenas a incomodar os outros utentes da estrada. E custa ainda mais, quando não facilitam quem tenta a ultrapassagem. É certo que há muitos ciclistas que respeitam, mas há também muitos que não fazem a mínima ideia do que é respeitar os outros, e depois claro, os acidentes acontecem. E tratando-se de acidentes, podiam muito bem ser evitados. O bom senso é que deveria imperar. Digo eu.
Há quem mereça falecer? Há sim senhor! E quem? Hoje fico-me pelas pessoas que ficam frustradas com as caixas Multibanco quando não conseguem levantar dez euros.
Qual é a paranóia aqui? Nenhuma, julgo eu e sendo uma pessoa normal. Se a máquina não tem dez euros, levanto vinte euros e a coisa dá-se na mesma. Mas há seres que não aguentam a pressão, e aquela diferente de levar mais dez euros a mais no bolso faz logo imensa confusão. Alguns ficam tão chateadinhos que até quase que amuam em frente ao raio do bonequinho verde estúpido. Por isso vejam bem a humilhação desta gente~
E depois o discurso e sempre o mesmo: “Ah, nunca tem notas de dez! Porra, é sempre a mesma merda! Não queria mesmo nada ter de levantar os vinte euros. Mas vai ter de ser. Olha… Paciência.” – Os anos passam e a musiquinha é sempre a mesma.
Julgo que estamos todos de acordo, é preciso pôr fim a esta gente.
Então as mulheres até dispensador de wi-fi têm na casa de banho? Que grande lata! E ainda se queixam do sacrifício de terem de urinar de cócoras a maior parte das vezes. Calma! Tenham calma! Estou a ser irónico! Caros seguidores, por mais uma vez, e por engano, voltei a entrar numa casa de banho destinada a mulheres em pleno espaço comercial. Porém, desta vez não saí de forma alarmante e desfrutei do momento. (Sim, estava confiante que nenhuma entraria!) Desta vez resolvi explorar territórios proibidos com serenidade e observar. E de facto confirma-se: o WC feminino é terrível. Pessoalmente nem sei se seria capaz de evacuar caso fosse mesmo necessário num WC feminino, depois do que vi. Nem mesmo na pior das urgências. Finalmente percebi porque é que as mulheres ficam tão admiradas quando ouvem dizer que os homens urinam e evacuam com bastante naturalidade nos seus WC. E de facto têm razão, o WC feminino parece um autêntico centro de acolhimento de refugiados, mas com menos condições. E não, não estou a exagerar. É sanitas borradas, é tampos com urina, é papel higiénico pelo chão, é piaçabas espalhados. Em que bicho é que a mulher se transforma quando entra naquele espaço? Num mini-Gozilla? Enfim para terem uma pequena noção, o cenário é muito semelhante ao que as câmeras passaram no 11 de Setembro, mas tudo com um cheirinho a rosas, e montes de cabelos espalhados pelos lavatórios. Desta vez não tive empregadas de limpeza quando sai do WC feminino a olhar para mim com lágrimas de tanto rir. Foi o que valeu, porque acho que seria capaz de lhe chamar porca, logo no primeiro instante. Estou traumatizado.
BRONCA: há por aí um site viral a assegurar que as pessoas que ficam vermelhas facilmente, são mais generosas e inspiram mais confiança – CUIDADO!
Não sei se ainda vou a tempo dado ao número bastante elevado de partidas e de pessoas que citaram de forma fervorosa a mensagem de que os seres que possuem uma facilidade em ficar com a cara vermelha, são de confiança. Cuidado, pois isto é mentira!
Quem é que no seu perfeito juízo acredita numa pessoa que consegue transpirar toda a gordura que ingeriu nas últimas 48 horas, só através dos poros da cara? Ninguém? Pois! É que ninguém com dois dedos de testa é capaz de estar a prestar atenção a uma pessoa assim.
E começa logo assim: “A primeira boa notícia é: as pessoas não te acham parvo, e ainda te acham uma pessoa mais confiável. E a segunda: na verdade, não se trata de apenas parecer mais virtuoso – um estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology (publicação Associação Americana de Psicologia) ” – Epá, mas que grande alegria que deve ter sido lá em casa dos bichinhos do mato da timidez ao ver esta notícia. Imagino o fartote que foi ao terem visto pela primeira vez, alguém a defender as suas causas. Mas meus amigos, eu continuo a achar-vos parvos. E então se me apresentam este site ou estas justificações como validas, não só vos acho parvos, como também vos chamo de inúteis e de acéfalos. É só elogios, já viram?
Jamais confiaria num tipo que anda constantemente de cara vermelha a cada pergunta que lhe faça ou a cada coisa que lhe diga. Para além disso, nunca saberia se ele estava sóbrio ou não no momento que estava a conduzir ou até mesmo a trabalhar para mim. Parece-me demasiado óbvio que esta gente vive a vida toda de cara vermelha porque apenas se querem sobressair dos restantes seres vivos, não pela inteligência, não pela roupa que vestem e nem tão pouco pela sua cultura que possam ter, mas sim pela carinha vermelha que apresentam e que geralmente também acarretam algumas sardas. Merdas que um adulto qualquer dispensa bem, mas que para um adolescente é praticamente indispensável se quiser concorrer aos próximos Morangos com Açúcar.
Fico-me por aqui porque já dispensei demasiada atenção a essa gente, mas tinha mesmo de ser. É que parece que não, se nós não metermos essa gente na linha daqui a pouco até temos “cenouras” a dar-nos ordens!