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Crianças descontroladas na Internet

por Rabiscos de um Maldisposto, em 24.03.15

Não sei se já tiveram a oportunidade de ler o artigo «Há jovens a autoflagelarem-se nas redes sociais» do jornal Público, mas se tiverem um tempinho, leiam porque está muito bom. Na verdade apenas resume e conta aquilo que “nós”, utilizadores de redes sociais, andamos a assistir.

“Ellie, agora com 19 anos, começou aos 15 a atacar-se a si própria de forma anónima. Aos 17 anos contou a sua história à organização Selfharm. Criou vários perfis anónimos e escreveu comentários no seu perfil verdadeiro. “ – A grande questão que se coloca é: onde é que andavam os pais desta criança, antes de isto tudo começar? Como é que uma criança sente a necessidade de estar a fazer este tipo de coisas, se está a ser vigiada pelos pais? Não se compreende, porque de facto não existe vigilância nem interesse de ver por exemplo o histórico do computador dos filhos.

Claro que até posso estar a generalizar, e até há casos em que os filhos apenas seguem os exemplos dos pais – sim, há pais que são umas verdadeiras abéculas - e é por aí que começa a tal dependência de ser o centro das atenções. Qual é a necessidade de partilhar a vida toda e de estar constantemente a actualizar um diário “público” com fotos e vídeos pessoais? Há assim tanta necessidade? Os cérebros destas pessoas não funcionam correctamente, na minha humilde opinião.

É óbvio que o senso comum vai simplesmente culpar as ferramentas disponíveis na Internet ou até em casos mais graves, acusar a Internet do que simplesmente culpar os pais ou até mesmo aquele núcleo familiar. Consinto quando me dizem que é difícil descobrir se uma criança é vítima de bullying na escola, mas sofrer de bullying na Internet já me deixa muitas dúvidas, e se o acontece, é porque há claramente um défice de atenção dos pais.

Estas coisas só acontecem porque não existe controlo e nem há interesse em saber o que estas crianças fazem durante tantas horas em frente a um computador. Mas um pai ou uma mãe era capaz de tolerar comentários ofensivos na página de um filho? Não creio. Então só vai de encontro com aquilo que eu defendo: as crianças andam à solta na Internet, e a culpa não é das plataformas digitais, mas sim dos pais.

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