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Rabiscos de um Maldisposto

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Vou ser sincero convosco, na altura em que a primeira actuação de Maria Leal se tornou viral, compreendi perfeitamente todo aquele espalhafatoso espectáculo pelas redes sociais.

O povo português tende a rir muito facilmente com pessoas que demonstram profundos problemas psicológicos, porque se sente feliz e superior. Para além disso, é mais do que certo e sabido que o português tem um sentido de humor de merda, e gosta imenso de se rir dos outros, mas raramente se ri de si próprio. Então, sempre que encontra a personagem ideal, e em teoria, bastante inferior, o ego do português sobe de tal modo, que quase se faz explodir como se de um bombista suicida se tratasse.

Felizmente, aquele período conturbado e de profunda vergonha alheia passou, e o tema Maria Leal foi atravessando para outros planos, embora sempre que a pobre personagem fazia algo mais surpreendente, lá vinha o tema novamente à tona. Mas até aqui tudo bem, as pessoas que andaram felizes da vida, e se fartaram de mandar mensagens à criatura, tiveram dias fantásticos e sentiram-se tão superiores que é natural que ainda hoje sintam uma nostalgia fantástica por tão glorioso período.

Hoje porém, o tema Maria Leal volta a ser tema do dia. Abro as redes sociais e sou bombardeado com inúmeras partilhas da nova actuação da ave rara, acompanhado com frases de gozo e superioridade, típicas de tuga saloio que ainda hoje sente saudades dos Malucos do Riso e dos Batanetes.  Maria Leal, a sucessora espiritual do saudoso Zé Cabra, volta a entrar nas trends, só que desta vez com uma actuação sem ingenuidade com claro propósito de ser novamente protagonista de circo na boca dos tugas. E eu estava longe de aceitar que tal feito pudesse vir novamente a acontecer. Mas aconteceu.

Há muita coisa que me surpreende, mas o comportamento do tuga não é uma delas.  O entretenimento do típico português não evoluiu, e todos os dias temos vários sinais que comprovam sem deixar qualquer dúvida.

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